sábado, maio 23

Com uma visão da Bíblia, sem Deus

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Se não interpretar a Bíblia dentro de seus contextos, você poderá chegar à mesma conclusão que este "líder espiritual".

Reortagem do Fantástico em Globo.com/fantastico.

quarta-feira, maio 20

QUANTOS ANOS VOCÊ TEM COMO PEREGRINO?

Átila da Silva, pr.

A peregrinação sempre pressupõe mudança. Isto se dá porque os peregrinos não teem residência fixa e não querem ser assentados em qualquer espaço desta sociedade sem Deus, pois sua aspiração é a pátria celestial, superior (Hb.11) e seu anseio é viver para mostrar o amor de Cristo por seus atos e posturas de vida.
Certa vez ouvi o Pr. Isaltino compartilhando um diálogo que teve com um líder: "- Pastor, disse o líder, tenho 20 anos de crente! Ele conhecendo sua falta de envolvimento, replicou: - 20 não, apenas 1 ano. O homem contrariado continuou insistindo com a mesma colocação e ele com a mesma réplica, até que quis saber o porquê da reiterada colocação pastoral. Respondeu: - O senhor tem apenas 1 ano de crente, porque os outros 19 são cópias do primeiro!”.
Muitos pessoas medem seu compromisso com Jesus através do 'tempo de casa', período de convivência em uma instituição religiosa. Essa postura revela simplesmente que permaneceram crianças espirituais e acumularam anos de cristianismo, oportunidades desprezadas de viverem a mudança, própria de qualquer peregrino.
O peregrino busca viver a mudança de pensamento, de atitude, de visão, de envolvimento, de colaboração, de disposição em servir ao próximo, quer na vizinhança, quer no trabalho, quer na feira, quer no lar, quer na comunidade de fé.
É viver em novidade de vida.
Quantos anos de pererginação você realmente tem?
Sempre é hora de soltar o freio e retornar ao caminho estreito.
Foto: www.nodejesdevolar.com

domingo, maio 17

UMA IGREJA PEREGRINA

Átila da Silva, pr.


A Igreja é ‘Peregina’... peregrina composta por peregrinos. Ao observarmos o N.T., vemos que esse estado de peregrinação da Igreja de Jesus gera implicações práticas no aqui e agora. Exemplo: O estado de peregrinação levará a Igreja a enfrentar realidades espirituais, como: 1. As portas do Inferno (Mt.16:18); 2. A carnalidade de seus peregrinos (Mt.18:16) e, talvez também, 3. A disciplina divina (At.8:1 e 1:8). É Jesus quem fala sobre as duas primeiras implicações. As portas das cidades da época existiam para proteção de seus habitantes. Logo, o Mestre quer dizer que a Igreja alcançaria fortificações infernais, no meio de sua pereginação, que precisariam ser invadidas, afim de oferecer liberdade aos cativos em seu interior. Percebemos essa realidade ao redor de cada comunidade de fé local, onde a presença demoníaca escraviza adolescente e jovens pelas drogas e a internet; faz com que pais de família se entreguem a vícios diversos; mães se apeguem a sonhos ilícitos e, também, torna cristãos insípidos pela religiosidade. Se a Igreja não for contra o inferno, ele virá sobre ela!
Já (2.), o processo de disciplina revela amor. Quando a Igreja se deixa influenciar pela criancice de peregrinos infantilmente carnais, estaciona no mesmo patamar onde estes se ancoraram. Se não tomar uma atitude bíblica, deixará de fazer o carnal amadurecer (Mt.16:16-18).
E, finalmente, percebemos a ação de Deus disciplinando a Igreja (At.8:1) que abandonou sua peregrinação para investir em reuniões, em ajuntamentos, e em organização sem produção de frutos. At.1:8 traz a Palavra de Jesus dizendo que ela deveria seguir testemunhando em todos os lugares até os confins da terra. Mas ela não obedeceu. A disciplina divina veio em forma de perseguição. A dispersão deu certo (At.8:4). Muitas vezes somos movidos ou "incomodados" por Deus para continuarmos a seguir na peregrinação. Que você não necessite de um despertamento por meio de disciplina divina (Lc.9:62). Mas se necessitar, que ele venha o mais depressa possível, sempre debaixo da graça amorosa do Pai.

Vamos viver a peregrinação na prática!
FOTO: fogoeterno.wordpress.com

sábado, maio 16

A PARÁBOLA DO LÁPIS



Átila da Silva, pr.


Traduzi da mensagem compartilhada com os pequenos formandos de 2006 do Ensino Fudamental da St. Mark's Day School, Brooklyn, NY.

No princípio, o Fabricante de Lápis falou com o lápis: “Há cinco coisas que você precisa saber antes de eu enviá-lo para o mundo. Sempre se lembre delas e você se tornará o melhor lápis:
1) Você será capaz de fazer inúmeras coisas grandes, mas só se estiver seguro nas mãos de alguém;
2) Você experimentará o doloroso processo de ser apontado de vez em quando, mas é necessário se quiser se tornar um lápis melhor... mais útil;
3) Você pode corrigir qualquer equívoco que cometer, porque tem em você uma borracha;
4) A parte mais importante em você sempre estará do lado de dentro:
5) Não importa a condição, você precisa continuar escrevendo; sempre deixe marcas claras e legíveis; mesmo em situações difíceis”. O lápis entendeu o que o Fabricante de Lápis disse e prometeu lembrar-se. Ele foi e juntou-se a seus amigos na caixa de lápis.
Cada um de nós é como um lápis feito por Deus. Em Suas mãos conseguiremos ser fortes e alcançar os Seus objetivos, pois Sua vontade sempre é boa, perfeita e agradável. As demais deduções...

ESTAMOS NA PARÓQUIA

Átila da Silva, pr.

A palavra “paróquia” tem origem na língua grega e compartilha conosco mais um sentido indispensável que precisamos ter no coração acerca da Igreja de Jesus. ‘Paróquia’ significa “Peregrinação” e pároco “peregrino”.
A Igreja, que se constitue por pessoas transformadas pelo andar diário com Cristo, é chamada à peregrinação (Paroiquía – paróquia - Hb.11).
Embora a Igreja seja peregrina, alguns dos seus peregrinos, acabam estacionando no caminho. 1Pe.2:11 nos chama a atenção para isso: “exorto-vos como peregrinos a vos absterdes das paixões carnais que fazem guerra contra alma”. É interessante que a mesma palavra ‘carnal’ ocorra em 1Co.3:1 e nos ajude a entender essa expressão de Pedro. Aqui, Paulo diz que existem discípulos carnais. E ali, Pedro diz que essa carnalidade está dentro do peregrino. A atitude infantil de alguns cristãos (“Não vos pude falar como espirituais, mas como carnais, como crianças em Cristo”) é revelada pelas intrigas que causam e pelas disputas sem sentido dentro da Igreja. Quer ver um crente carnal? Veja sua atitude! Ele ajuda, cria laços, investe em pessoas, acerta seus relacionamentos, olha nos olhos? Não? Então é espiritualmente infantil. Não importa a idade do peregrino ou quantos anos tenha encontrado com Cristo, ele pode ser um carnal. Esses desejos carnais, são comportamentos infantis, são posturas próprias da criança que diz: “-Se não é como eu quero não brinco mais”, e vai procurar outro lugar onde sua vontade seja feita.
Carnalidade faz você estacionar na vida cristã!
Foto: www.caminhodesantiago.com

A FÉ DO PEREGRINO

Átila da Silva, pr.

O discípulo de Jesus é um peregrino de passagem neste mundo. A forma com que irá passar pela vida está ligada à fé. Se ele terá sucesso ou fracasso, se estará seguro em meio aos problemas do dia-a-dia ou não, se terá apoio e um lugar onde refugiar-se ou ficará por conta própria, todas essas realidades serão definidas pela sua definição de fé. Muitas pessoas raciocinam a sua fé com base em sentimentos. Isso a torna algo etéreo, imensurável, sem nenhuma forma de ser avaliada,a não ser pelo que se sente. Se sinto a presença de Deus é porque Ele está aqui. Se não sinto... Se o culto me tocou, foi maravilhoso e cheio da presença de Deus. Se não senti nenhuma reação emocional favorável é porque algo está errado com os irmãos,com a direção da música ou com o pastor. “-Esse pessoal já esteve mais ungido!”, decretam. Mas a fé sentimento ou puramente filosófica não é a fé do peregrino.
Hb.11:1 define a fé do peregrino como “a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que não se veem”. As ‘coisas’, segundo o capítulo 11, são as ações que Deus realiza. Os ‘fatos’ são as afirmações, as palavras que Deus diz. Quando o peregrino anda ao redor de Deus, examina, medita, pratica a Sua Palavra e está em comunhão com outros peregrinos, acaba por conhecer as coisas que Deus faz e, muitas vezes, porquê Ele as realiza. Logo, sua fé é baseada em Deus e não em sentimentos. Sua fé tem respaldo nos fatos do Senhor e não em circunstâncias. Ele é fortalecido e consegue interagir com as ocasiões, os acontecimentos, e tudo mais, segundo a vontade de Deus. Sua oração é repleta de discernimento e movida segundo as motivações do seu Senhor. Quanto mais conhece a Palavra melhor desenvolverá a fé do peregrino.
Como conhecemos um peregrino? Veja como sua vida serve outros e como busca conhecer e aprofundar-se no estudo consistente e contextual da Bíblia. É um bom começo.
Será que você passaria nesse teste? Ou sua fé é só sentimento que é diluido no medo, na ansiedade e na raiva...
“Sem a fé certa é impossível agradar a Deus”!
foto: tamarafreire.wordpress.com