segunda-feira, novembro 29

CRIATIVIDADE NO LUGAR COMUM...

Átila da Silva para o CONTRA MÃOS
É fácil para nós criarmos rotinas. Elas são boas, até o momento em que não extingam a surpresa, o fazer diferente, o espaço criativo, a oportunidade à perplexidade.
Rotinas servem para organizar, mas não são a vida. São métodos que viabilizam nossa interação com tarefas diárias, mas não são a vida. Operam como um trilho, mas nunca chegarão a ser o trem!
Portanto, não podem ser tratadas como leis inquestionáveis, nem confundidas com o nosso tônus muscular... são acessórios necessários, até o ponto onde começam drenar a vida da vida. Nesse momento, minam as bases do que estamos tentando construir, invertem as prioridades e fazem do meio um fim em si mesmo.

Enquanto não raciocinamos e criticamos as nossas rotinas, nos dessensibilizamos para Deus, para a espiritualidade, para o outro; e a vida, em toda sua complexidade, se resume à uma rotina raquítica: "casa - trabalho - escola - amigos - casa - trabalho - escola..."  

Autocrítica e renovação são próprias do discípulo de Jesus:
"Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (NVI). Romanos 12:2 

Espero que o exemplo abaixo possa ajudar você a ver como uma rotina mecânica, sempre igual, pode ser mudada:


Abraço.