quarta-feira, junho 13

Profissão ou vocação?

Átila da Silva para o CONTRA MÃOS


"Assim como a política,
a religião não deveria ser profissão"


"O pregador não é um homem profissional [...];
seu ministério não é uma profissão;
é uma instituição de Deus,
uma devoção a Deus".
E.M.Bounds


In
Brothers, We Are Not Professionals: A Plea to Pastors for Radical Ministry; John Piper. B & H Publishing Group, 2002, p.1
em português - http://www.vidanova.com.br/produtos.asp?codigo=429

2 comentários:

Edivaldo disse...

As escolas não devem profissionalizar os pregadores, mas o contrário, devem no mínimo não lhes retiarem o que já foi-lhes instituído.
Um abraço.

Átila e Alice disse...

Olá Edivaldo,
obrigado por sua postagem e participação na reflexão.
Penso que o fato da profissionalização pode ser fomentado por algumas escolas de treinamento teológico-ministerial, mas não é gestado por elas. Ele advém do posicionamento do próprio 'homem-servo' diante de Deus, da Sua Palavra, da vocação e, principalmente, dele mesmo. Alguém que está à frente de pessoas anunciando os princípios de vida de Deus, que tenha uma teologia bíblica saudável, não quererá nem necessitará posicionar-se como profissional (Leia-se técnico / especialista) no trato da fé, porque já aprendeu na Bíblia que ensina que o caminho estreito não necessita de pirotecnia humana para sobreviver ou realizar-se. Seu afã será por destituir-se, pois nada é seu, a fim de que Cristo seja por meio dele ("Importa que Ele cresça...). Uma pessoa realmente vocacionada nunca abandonará ou poderá ser roubada de seu chamado, nem pela influência de escolas, nem pelo direcionamento de professores, nem pelos maus tratos de denominações eclesiásticas, nem por descaminhos de comunidades de fé, pois foi chamado pelo Senhor da Obra. Mas, se não cuidar da vocação, poderá afogar-se perdido em seu próprio desânimo, em terceirização de suas responsabilidades pessoais quanto ao Reino ou em elucubrações que reforcem sua necessidade insana de reconhecimento diante do mundo.
Despojar-se e revestir-se é próprio do vocacionado.
Guardar-se e preferir-se é próprio do profissional.
Que Rm.11:36 seja eficaz,sempre, em nós.
Abraço.
No amor do Mestre,
Átila,
Sl.25:14