terça-feira, julho 31

A medalha quebrada e o texto bíblico olímpico

Átila da Silva para o CONTRA MÃOS
A história da medalha de bronze danificada, que envolveu o nosso caro atleta brasileiro, Filipe Kitadai, fez-me lembrar imediatamente do "texto olímpico" da primeira carta aos coríntios:

"Todos os que competem nos jogos se submetem a um treinamento rigoroso, para obter uma coroa que logo perece; mas nós o fazemos para ganhar uma coroa que dura para sempre" (1Co.9:25).

Temos nos submetido ao treinamento rigoroso e regular do estudo da Bíblia dentro do seu texto e seu contexto? Ou temos terceirizado isso a figuras de líderes religiosos que podem ajudar, mas que não podem substituir o estudo bíblico pessoal?
Temos aplicado à vida interior e à interpessoal os princípios vivos conseguidos a partir da iluminação do Espírito e a transpiração própria daquele que entende que tem diante de si a Palavra de Deus?
Temos sabido viver a graça do privilégio de andarmos com Cristo no Caminho Estreito?
Temo lutado para submeter nossos impulsos naturais à obediência da Palavra (vv.26,27)? Ou temos vivido a falsa graça do "tudo posso e tudo me convém"?

Lutemos para mantermos a sanidade espiritual em meio a tantas opções de descaminhos, pois ela não acontece automaticamente! 

FONTE:
Ilustração: picasaweb.google.com
Texto bíblico: NVI.

quinta-feira, julho 19

Meu time... minha vida

Átila a Silva para o CONTRA MÃOS


A paixão pelos esportes está ligada ao sentido primitivo de competição que existe entre os seres humanos em seus relacionamentos interpessoais. A identificação com clubes de basquete, futebol, vôlei, futebol de salão, badminton (e outros, rsrs), promove a sensação de prazer a cada experiência de vitória que as agremiações  proporcionam. Se há derrota, o torcedor  vive o luto correspondente, mostrando que o ocorrido afeta um item que envolve alta consideração em sua escala de valores. Isso é saudável, se vivido com discernimento. A consciência de que nosso valor pessoal não está ligado à dinâmica 'vitória-derrota' de um time é essencial para se manter o equilíbrio.
Algumas pessoas não conseguem compartimentalizar essa experiência, ou seja, não a percebem como apenas um detalhe da vida. Se não conseguem ver-se maior ou além do clube que 'defendem', chegarão certamente a lançar-se para enfrentamentos com outros torcedores, indo mesmo até às últimas consequências!
Usar a camisa do clube é vestir 'um manto sagrado'. Cantar o hino de cor é base de fé, identificação e pertencimento. "Meu clube, minha vida"!
Podemos ver pessoas assim vestidas, paramentadas, identificadas por camisetas de clubes até mesmo em celebrações de comunidades de fé. Não é a falta do que vestir. É um pouco de si naquele brasão... é a autoafirmação que acompanha um grupo de pessoas que ele admira... idolatra...
Gostaria de ver os discípulos de Jesus com tamanha identificação. Sem dúvida a nossa camisa retrataria a luz e o sal. E nosso 'grito de guerra' seria feito das palavras do Mestre:

"Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte. E, também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Pelo contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa. Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus".
Vamos viver essa verdade!

FONTE:
1.foto: decolalinks.com
2. foto: zionsaltandlightjournal.blogspot.com
2. Evangelho de Mateus 5:14 a 16 (NVI).